segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Baixe a música Daimagem!

Muito tempo sem postar, mas cá estamos novamente. Dessa vez com novidades! No comecinho março, tivemos a honra de receber um convite da fotógrafa Talita Oliveira - a mesma que gentilmente fez conosco o ensaio de divulgação no rio e no mercado de peixe - para compor a trilha sonora de uma exposição audiovisual que ela prerava sobre a música acreana. apoiada por projeto aprovado no Fundo Municipal de Cultura. Talita nos passou algumas belas fotos selecionadas do vasto material visual que capturara em mais de 4 anos vivendo a música na cidade de Rio Branco. Tinha de tudo dentro da diversidade da música acreana, e cabia à nós criar uma música à altura daquela variedade de expressões artísticas. Música esta que se somaria aos depoimentos que ela começava a coletar naquele momento.


Eduardo Di Deus durante a gravação da trilha sonora, por Talita Oliveira


No final de março, em meio a um período de muitos shows fora do estado do Acre, entramos no estúdio do Risley - RB Records - e registramos a música Daimagem, que disponibilizamos pra você baixar agora!



Arthur Miúda durante a gravação da trilha sonora, por Talita Oliveira


Nesta quinta-feira, dia 5 de agosto, a partir das 20 horas, na Galeria Juvenal Antunes acontece o lançamento da exposição “A Imagem da Música” com o seu vernissage aberto para imprensa e o público em geral. Em seguida, às 21h30, no The Rock Bar, próximo à galeria, acontece uma festa com a temática da mostra fotográfica. O Caldo vai tocar lá, antes de sair de férias.

Quer saber mais sobre a exposição? Clique naimagem:


quarta-feira, 12 de maio de 2010

Caldo de Piaba na 1ª Noite Fora do Eixo SP


Por Marcio Jr., do Barulho.org


O Circuito Fora do Eixo surgiu fora do eixo geográfico, num levante das cidades e pequeno e médio porte historicamente esmagadas por políticas corruptas que favoreciam a produção (e a produção cultural, como consequência) apenas nos grandes centros do Sudeste. Jabá, massificação, apelação... uma massa de poucas, parcas e porcas informações empurradas guela abaixo. Eis que o Fora do Eixo propõe uma nova forma de organização e gestão, trazendo renovação em vários campos.

Enquanto o Barulho.org, que pode ser entendido como um ajuntamento de pessoas, promove a ocupação dos espaços públicos, com o objetivo de converter, mesmo que temporariamente, espaços privados em públicos através da arte, da música, da política, do livre exercício das idéias. Enfim, converter pensamentos em realizações e apostar na espontaneidade do encontro. Alterando experiências cotidianas. Ação cultural e social, integração e arte.

Do bom encontro entre essas duas redes surge possibilidade da realização da Primeira Noite Fora do Eixo que será realizada na Serralheria, situada à Avenida Guaicurus, 857 Lapa Próximo ao Tendal da Lapa, no dia 14/05 Sexta Feira à partir das 19hs.

Contamos com a presença de todos nessa experimentação.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Caldo em São José dos Campos nesta sexta!

Hoje tem Caldo no SESC São José dos Campos, abrindo o projeto Pelas bandas de lá, que levará bandas independentes de todo o Brasil para o Vale do Paraíba. Estão na programação: Porcas Borboletas, Fóssil, Malditas Ovelhas, Pata de Elefante e Macaco Bong. Muito legal abrir este projeto com tantas bandas legais!

O show começa as 19h30 e a entrada é franca. Confira abaixo a matéria que saiu no jornal O Vale. Mais informações no site do SESC SJC.




Pelas bandas de lá: música underground no Sesc São José

Por André Leite
São José dos Campos

O mercado fonográfico brasileiro nunca esteve tão favorável às bandas independentes. Mais que recurso financeiro, o que tem feito a diferença, para que os grupos conquistem um espaço cada vez maior, é a articulação dos mesmos em busca do reconhecimento e, é claro, a qualidade do trabalho. E isso o Brasil tem de sobra.

Alguns representantes dessa galera que movimenta a atual cena da música underground no país se apresentam, durante o mês de maio, no Sesc São José dos Campos, dentro da programação do projeto “Pelas Bandas de Lá”.

O objetivo é mostrar a diversidade de sons e a qualidade da produção da música independente no país. Ao todo serão realizados seis shows com bandas de diferentes partes do país, entre elas Caldo de Piaba (Acre), Fóssil (Ceará), Porcas Borboletas (Minas Gerais), Malditas Ovelhas (São Paulo), Macaco Bong (Mato Grosso) e Pata de Elefante (Rio Grande do Sul).

Quem abre o projeto nesta semana é a banda Caldo de Piaba, que se apresenta na próxima sexta-feira, dia 7, às 19h30, no centro de convivência. No sábado, dia 8, às 18h, quem sobe ao palco é a Fóssil.

Caldo de Piaba
A banda Caldo de Piaba foi formada em 2008, no Acre. Formado por Saulinho Machado (guitarra), Arthur Miúda (contrabaixo) e Eduardo Di Deus (bateria) o grupo trabalha com composições próprias e releituras de canções populares.
O trabalho, que já percorreu festivais independentes em diversos estados brasileiros é marcado pela influências de que vão desde a lambada e a guitarrada paraense até o ska e o samba-rock.
Com muita vontade de arrebatar cada vez mais fãs, a banda chegou a fazer uma turnê pelo interior do Acre, a bordo de uma Kombi, levando seu show para praças e coretos dos municípios.
O Caldo de Piaba tem seu segundo EP , gravado em janeiro de 2010, disponível para download no link http://migre.me/saIY é só conferir!

Fóssil.
Com Vitor Colares (guitarra, violão e texturas), Eric Barbosa (guitarra, violão e efeitos), Daniel Lima (contrabaixo e programações) e Victor Bluhm (bateria e percussão), a banda Fóssil começou a atuar em Fortaleza em 2004.
O repertório traz influências de Egberto Gismonti, Pink Floyd, Radiohead, Miles Davis e King Crimson.
Quem quiser conhecer um pouco mais desse trabalho é só acessar o site oficial da banda no link www.myspace.com/fossilsoundtrack .


Programação

Dia 7, às 19h30 - Caldo de Piaba
Dia 14, às 19h30 - Porcas Borboletas
Dia 15, às 18h - Malditas Ovelhas
Dia 21, às 19h30 - Macaco Bong
Dia 28, às 19h30 - Pata de Elefante
Entrada - franca
Sesc - Av. Adhemar de Barros, 999, Jardim São Dimas - São José

terça-feira, 13 de abril de 2010

Rumo ao interior!

Dificil resumir em poucas palavras tudo que já rolou até agora. Uma semana na estrada, e bem intensa. Tocamos em São Paulo na quarta-feira passada junto com Macaco no Studio SP, e ao longo da semana participamos de diversas atividades do Festival Fora do Eixo. Shows em casas noturnas, reuniões em espaços culturais, apresentações de teatro...

Sob o comando do crescente núcleo de teatro do FDE, o Palco Fora do Eixo, rolou uma intensa programação de performances e intervenções teatrais. Assistimos a duas apresentações, uma das quais rolou na Livraria da Esquina, antes do show do Nevilton, que aparece na cobertura do Clube de Cinema Fora do Eixo para o quarto dia do festival:


Download:
FLVMP43GP
Download:
FLVMP43GP

Esse vídeo é uma pequena mostra de algo que ficou patente nas reuniões que rolaram: o Circuito FDE se consolida cada vez mais outras frentes de trabalho, paralelas à música. A frente do audiovisual, com coberturas cada vez mais profissionais e com um núcleo muito estruturado; o crescimento da frente de Teatro. Discussões sobre a necessidade de estruturação de um núcleo para discutir a gestão ambiental nos eventos culturais. Muita coisa, e crescendo...

No sábado, antes de irmos pro CB (Clube Belfiori) assistir ao show do Facas Voadoras e Canastra, assistimos à performance Estado de Guerra, do grupo UHUU, parceiro do Enxame Coletivo, de Bauru. Antes do show, no entanto, momento para reunião em que o destaque foi o Palco Fora do Eixo, ocupando espaço em vários coletivos, de São Paulo ao Rio Grande do Sul.

Foto: Felipe Matos Ohno e Fernanda Vasconcelos

No domingo de manhã, acordamos cedo, mas não ao som da feira livre que tomava conta da rua Mourato Coelho, na Vila Madalena, no dia anterior. É lá que fica o Hostel onde ficamos hospedados durante a semana, logo após termos sido recebidos por dois dias na casa de dois grandes amigos, Júlia e Dantas. Foi tempo de encontrar o pessoal do Porcas Borboletas, que chegava naquela manhã para a apresentação do último dia do festival, que infelizmente perdemos.


Tour Fora do Eixo Minas SP #2

Era a hora de cair na estrada novamente, rumo ao interior de São Paulo e de Minas, em mais uma Tour Fora do Eixo. Em março, passaram por essa rota as bandas Porcas Borboletas e Aeromoças e Tenistas Russas. Agora é a vez da gente fazer essa tour dos interiores, juntamente com os paraibanos da Cabruêra e do Burro Morto, como extensão do Festival Fora do Eixo. É a concretização de rotas de circulação pelo interior com pouquíssimos "day-offs" (os dias sem shows). Tudo só rola com o apoio dos Pontos Fora do Eixo das cidades por onde passamos, e com um caráter de formação: dos coletivos que recebem, das bandas, da equipe que circula junto. Desta vez, seguem com a gente: o Gustavo (Massa Coletiva - São Carlos) na técnica do som; Gabriel Ruiz (Enxame Coletivo - Bauru) e Rafa (Massa Coletiva).

Confere abaixo a rota do Caldo. Lembrando que Cabruera se despede da tour na primeira parada em Belo Horizonte. Burro Morto vai com a gente até Uberlândia, onde tocaremos também com Macaco Bong.

07/04 - São Paulo - Studio SP - Festival Fora do Eixo
11/04 - Araraquara - Teatro de Arena - Noite Fora do Eixo
12/04 - São Carlos - Rádio UFSCar - Programa Independência ou Marte
13/04 - São Carlos - Palquinho Maluco
14/04 - Bauru - Madame Pimenta - Noite Fora do Eixo
15/04 - Guaxupé - Teatro Municipal - Noite Fora do Eixo
16/04 - Franca - Mestiço Bar - Noite Fora do Eixo
17/04 - Belo Horizonte - Music Hall - Conexão Vivo
20/04 - Uberlândia - Goma
21/04 - Patos de Minas -
22/04 - Belo Horizonte - A Obra - Noite Fora do Eixo
23/04 - Montes Claros - Casa Fora do Eixo MC
24/04 - Sabará - Festival Real Instrumental

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Exibir mapa ampliado

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Já estamos em São Carlos, na sede do Massa Coletiva. Já já tocaremos pela segunda vez no palquinho maluco da UFSCar. Em breve mais relatos sobre o show de Araraquara e a participação das 3 bandas no programa Independência ou Marte #139.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Rock Amazônico nas noites frias da selva de pedra


Bandas do Amapá, do Acre e de Mato Grosso trazem sons de Fora do Eixo, muito além dos estereótipos


Por Lauro Lisboa Garcia, do Estadão.


Duas noites frias e chuvosas em São Paulo não intimidaram o público interessado nas novidades trazidas pelo Festival Fora do Eixo. A "conexão amazônica", como disse brincando o guitarrista Saulim, do Caldo de Piaba, precipitou caudalosas ondas sonoras a partir do rock, com um mundo de influências para plateias calorosas. Ontem de madrugada, o Caldo (de Rio Branco) dividiu o palco com o Macaco Bong (de Cuiabá) no Studio SP. Os dois power trios (baixo, guitarra e bateria) fizeram a conexão transmidial entre si, numa improvisada mudança de palco, e também pela participação do tecladista Otto Ramos, do Mini Box Lunar, banda do Amapá, que abriu o festival, declaradamente morrendo de frio na selva de pedra, anteontem no Itaú Cultural, com participação de Jards Macalé.

Das três bandas, o Macaco Bong é a mais coesa, desenvolvida e representativa do êxito do Circuito Fora do Eixo. E também a mais conhecida do público paulistano. Em janeiro, eles tocaram no Auditório Ibirapuera com participação de músicos como Siba e Vitor Araújo. Foi uma situação atípica, quando o trio abriu espaço para os convidados, desviando um pouco de seu eixo. Anteontem, fora a participação discreta de Otto (até porque mal se ouvia o som teclado), o trio arregaçou do jeito que se conhece: muitas variações de climas, alguns efeitos, Ynaiã Benthroldo alucinando na bateria, Ney Hugo mantendo o pulso firme do baixo e a guitarra de Bruno Kaypay cantando de tão energética, entre ruidosa e melódica. Tocaram temas de seu álbum de estreia, Artista Igual Pedreiro e outros inéditos em mais uma potente descarga de decibéis. Na semana que vem, eles gravam o primeiro DVD em Belo Horizonte, dentro do festival Conexão Vivo, que, aliás, vai ter show de várias bandas do Fora do Eixo.

Sopão sonoro. O Caldo de Piaba começou a entrar no som do Macaco com os bateristas Yanaiã e Di Deus dividindo as baquetas, depois entraram o baixista Miúda e o guitarrista Saulim, este, sim, miúdo, mas toca com jeito grande. A mudança de clima ficou mais nítida a partir do segundo tema, quando o experimentalismo deu vazão a inusitadas misturas dançantes, com rock, jazz, calipso, surf music, samba, funk, guitarrada, tecnobrega e o que mais vier. O Caldo mixa tudo isso sem o menor pudor e acaba se dando bem. No sopão sonoro, além de composições próprias, eles incorporam clássico venezuelano, Moliendo Café (Hugo Blanco), de 1958, e até uma versão de The Millionaire (Mike Maxfield), que ficou bastante conhecida no Brasil na versão de Os Incríveis na fase da jovem guarda.

Ainda tinha muita gente presa no trânsito e na chuva, quando o Mini Box Lunar abriu o festival no Itaú Cultural, mas o público foi chegando e esquentando o show. O sexteto amapaense também surpreende pela mistureba de gêneros. Eles têm um pé no rock psicodélico dos anos 60 e 70, ecos de Beach Boys e Mutantes, mas também revelam influências da música que predomina no Norte, com referências aos sons caribenhos, até porque estão mais próximos da Guiana Francesa do que qualquer grande centro brasileiro. Montam arranjos bem entranhados, com belos timbres de guitarra de Alexandre Avelar (Kbelo), fazendo citações inteligentes de temas clássicos. As meninas Helô e Jenifer têm um canto contido e às vezes até infantil, com graça e leveza. Antes de receber Macalé como convidado, eles mandaram bem numa versão de Hotel das Estrelas, em homenagem a ele.

Macalé abriu seu breve set ao violão com Cidade Lagoa (Sebastião Fonseca e Cícero Nunes), que caiu na medida diante das tragédias no Rio esta semana com as chuvas, cuidando para não exagerar no humor. Com a banda de volta, vieram os melhores momentos, incluindo, claro, Vapor Barato e Farrapo Humano. O festival continua em outros palcos até domingo. São outros Brasis, que, enfim, têm chance de mostrar sua cara por aqui.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Caldo de Macaco no 2º dia do Festival FDE

Pouco tempo pra escrever, mas o suficiente pra trazer um pouquinho sobre o show de ontem no Studio SP, 2º dia do Festival Fora do Eixo. Antes de mais nada, confere aí a cobertura feita pela Web TV Fora do Eixo:



Macaco fez a abertura e em seguida assumimos o palco, numa transição sem intervalo. Enquanto rolava uma viagem sonora na guitarra do Kayapi, eu entrei e comecei a adaptar a altura dos pratos e chimbal. Já havíamos montado um set híbrido dos pratos e caixas dos dois bateras, e tudo rolou rapidamente. Enquanto Ynaiã se levantava e segurava o ritmo na caixa auxiliar e eu assumia a batera, Miúda recebia o baixo do Ney (que já estava tocando a última música do Macaco com o baixo dele). Um tempinho segurando o groove até o saulinho plugar a guitarra e os efeitos, e começava o show! Pra quem perdeu a transmissão, aqui dá pra conferir os shows completos:



Hoje a tarde rolou a primeira reunião das regionais do Circuito Fora do Eixo, no Espaço Mais Soma. Discutiu-se a estruturação dos eixos de circulação, e também sobre as frentes de teatro e cineclube fora do eixo e meio ambiente. Um pouquinho da reunião de hoje vai estar na cobertura de amanhã da web Tv Fora do Eixo, junto com o show de logo mais, 23h, no Tapas (também na rua Augusta), a invasão paraibana do Burro Morto e do Cabruêra. Quer acompanhar ao vivo? Acesse www.mtv.com.br/foradoeixo/aovivo

Té mais!

Di Deus
Download:
FLVMP43GP

segunda-feira, 29 de março de 2010

Festival Fora do Eixo e seguindo...

Em março estivemos no Rio de Janeiro para participar da Mostra Instrumental Contemporânea, organizada pelo pessoal do Coquetel Molotov. De volta a Rio Branco, no Mangueiras Bar e no Loft, além de gravar a trilha da exposição "A imagem da música", da fotógrafa Talita Oliveira, que deve ficar pronta em breve.

Abril é tempo de voltar pra estrada. Já estamos em São Paulo para participar do Festival Fora do Eixo entre os dias 6 e 11. Além da programação musical com artistas da Agência Fora do Eixo e convidados, ocupando casas noturnas e espaços culturais da capital paulista, a programação tem também artes visuais e teatro, revelando ao público paulista outras frentes de trabalho do Circuito Fora do Eixo. A programação e outras informações podem ser acessadas no site do Festival.

Ontem rolou a abertura no auditório do Itaú Cultural, com shows do Mini Box Lunar e Jards Macalé. Mini Box abriu pra um auditório lotado, e fez as pessoas que ocupavam o mezanino e as laterais do espaço dançarem ao som da mistura de marchinhas, psicodelia e vocais modulados. Antes de entregarem o palco pro Jars Macalé, fizeram uma versão de Mal Secreto. Jards fez algumas em voz e violão, e em seguida Mini Box retornou ao palco para tocarem juntos versões intensas de Vapor Barato, Revendo os Amigos e Farrapo Humano.

JJ, Jards Macalé e Heluana, ontem no Itaú Cultural, por Victor Sá

Grande abertura pro Festival, que segue hoje com shows de Macaco Bong e Caldo de Piaba no Studio SP, que fica na rua Augusta. Até domingo tocam em São Paulo as bandas Burro Morto (PB), Cabruêra (PB), Nevilton (PR), Calistoga (RN), Canastra (RJ), Facas Voadoras (MS) e Porcas Borboletas (MG).

Depois do Festival Fora do Eixo, a gente embarca em tour pelo interior de São Paulo e Minas Gerais, conhecendo alguns coletivos que fazem parte do Circuito pelos interiores com as bandas paraibanas Burro Morto e Cabruêra, e também fazendo um show do Conexão Vivo em Belo Horizonte. Essa é a agenda do rolê:

07/04 - São Paulo - Studio SP (Festival Fora do Eixo)
11/04 - Araraquara - Teatro de Arena
12/04 - São Carlos - Rádio UFSCar
13/04 - São Carlos - Palquinho Maluco
14/04 - Bauru - Madame Pimenta
15/04 - Guaxupé - Teatro Municipal
16/04 - Franca - Mestiço Bar
17/04 - Belo Horizonte - Lapa Multshow (Conexão Vivo)
20/04 - Araguari
21/04 - Patos de Minas
22/04 - Belo Horizonte - A Obra (Noite Fora do Eixo)